Papo Calcinha

 SEXUALIDADE NAS DIFERENTES FASES DA VIDA


A sexualidade humana nasce com o indivíduo e transforma-se constantemente ao longo de toda a sua evolução, porém só desaparece com a morte."
Mesmo antes do bebê nascer, tem início a formação de uma importante parte da sexualidade do indivíduo: é a formação do sexo biológico, que vai determinar a designação sexual ao nascimento menino ou menina.
A partir daí, a sexualidade vai se desenvolvendo com características específicas para cada uma das fases da vida, transformando-se e ampliando-se até o fim da vida, não acabando jamais.
Vejamos algumas dessas características próprias de cada etapa de vida: Sexualidade na infância
Predomínio do prazer corporal difuso e inespecífico.


0 a 18 meses:
Sensações de prazer vindas da exploração oral (mamar, sugar, chupar dedo, levar coisas à boca)
Conhecimento e exploração do próprio corpo (identidade corporal)
Formação da identidade genital (brinca com os genitais na hora do banho ou da troca da fralda).





18 meses a 3 anos:
Interesse pelas diferenças entre adultos e crianças
Consciência da identidade de gênero (sente que pertence ao grupo dos homens ou das mulheres)
Aprendizado do controle esfincteriano (sensações de prazer vindas da região anal).





3 a 6 anos:
Reconhecimento das diferenças entre os sexos (olha e toca o próprio corpo e o de outras crianças, manipula os genitais, brinca de "médico")
Interesse sobre a origem dos bebês
Aprendizado dos papéis sexuais (comportar-se como homem ou como mulher).
6 a 9 anos:
Brincadeiras sexuais consigo mesmo ou com crianças do mesmo sexo
Interesse crescente por assuntos sexuais
Aumento das influências externas - família, escola, igreja, amigos, mídia (modelos educativos mais repressores ou mais liberais)
9 a 11 anos:
Interesse e atração pelo sexo oposto de forma platônica
Fase de vergonha do corpo (retraimento nas atividades mais íntimas, necessidade de privacidade)
Aumento da atividade auto-erótica (masturbação)
Aumento da procura de informações sobre sexo (principalmente sobre as mudanças da puberdade).









Sexualidade na adolescência
Aparecimento do prazer erótico-genital, início da função reprodutiva e consciência da orientação afetivo-sexual.
Intenso interesse e preocupação com as mudanças do corpo (pelos, acne, mamas, estatura, aspecto dos genitais, etc.)
Mudanças hormonais desencadeando o início da puberdade e da capacidade reprodutiva - menstruação e ejaculação o Interesse consciente pelo sexo - masturbação, relação sexual, virgindade, métodos anticoncepcionais, sexo seguro
Aprendizado das relações afetivas interpessoais (ficar, namorar, transar, romper, separar)
Expectativas, fantasias e ansiedades sobre a iniciação sexual
Consciência da orientação afetivo-sexual (homo/hetero/bissexualidade.


Sexualidade na idade adulta

Função sexual plena: prazer erótico-genital, capacidade reprodutiva e vivência da intimidade.
Maturidade do sistema sexual (erotismo + reprodução)
Diversidade de experiências sexuais (sexo fora do casamento, diferenças nos comportamentos de homens e mulheres)
Interesse pelo estabelecimento de vínculos afetivos mais estáveis (namoro firme, casamento)
Importância da qualidade do relacionamento conjugal e familiar para a vida sexual
Ter ou não ter filhos - controle da função reprodutiva, uso de métodos anticoncepcionais, infertilidade
Mudanças sexuais na gravidez, puerpério e amamentação (erotismo x maternidade)
Influência do stress sobre o desempenho sexual.



Sexualidade na terceira idade

Predomínio da vivência da intimidade, capacidade erótica preservada, declínio da função reprodutiva.
Atividade sexual pode continuar por toda a vida, desde que mantida uma regularidade no relacionamento sexual
Resposta sexual se torna mais lenta com a idade, mas nunca desaparece por completo (ereção e lubrificação mais demoradas, contrações orgásmicas menos intensas, período refratário mais longo, no homem)
Maior problema: o preconceito
A menopausa marca o término da função reprodutiva na mulher, e não o fim da função sexual erótico-afetiva
O homem preserva a capacidade de gerar filhos até o fim da vida
A terapia de reposição hormonal na menopausa (TRH) e o uso do Viagra - mitos e verdades
Vida sexual pode ficar comprometida por debilitação física, doenças e efeitos de certos medicamentos
Dificuldades sexuais em relação direta com a crise existencial e com a forma de encarar as "perdas" (aposentadoria, saída dos filhos, sinais de envelhecimento corporal, solidão)
Receitinha para uma boa vida sexual: Um corpo saudável, numa mente jovial, muito amor e bom humor. Dizer não à preguiça, à apatia, à rotina, à obesidade, ao sedentarismo, à auto-medicação.
Lembrete importante: "Saúde sexual é mais que a ausência de doenças. Vai muito além da ausência de gravidezes indesejadas, DSTs e coerção sexual. Ter saúde sexual é ter a capacidade de obter prazer a partir da atividade sexual e das relações íntimas.
Envolve respeito a si mesmo e aos outros, não-exploração, gratificação e alegria. Depende do bem-estar do indivíduo e de seu senso de auto-estima. Requer confiança, honestidade e comunicação entre os parceiros."





15 CURIOSIDADES SEXUAIS AO REDOR DO MUNDO

1. Até à chegada dos ingleses, os egípcios não desfloravam as noivas, antes pagavam a um servo para fazê-lo pois acreditavam que o contato com o sangue feminino causava impotência. O costume procedia da Grécia antiga onde eram as mulheres que se desfloravam com consolos de couro chamados obeliscos.
2. Na nossa sociedade ocidental, a beleza feminina é conotada com a magreza e formas não demasiado “rechonchudas”. No entanto, já houve um tempo em que as mais belas eram as mulheres cheias de carne e curvas. Nas ilhas Marquesas e na Nigéria, era comum as adolescentes permanecerem vários meses em “cabanas de engorda” para ganharem peso antes de serem oferecidas em casamento.

3. Entre os Nilotes, povo espalhado pelo leste de África, os dentes contam como factor de atracção, arrancando-se dois incisivos aos jovens quando atingem a puberdade, para os tornar mais bonitos.
4. Os homens da tribo Caramoja, do Uganda, costumam utilizar manter pesos atados ao pênis para alonga-los.
5. Na China, às mulheres de classes superiores quebravam os ossos dos pés e posteriormente os enfaixavam para que permanecessem pequenos e assim agradar seus maridos.
6. O povo Banto do Botswana, os Tsuanas, considera a proeminência dos pequenos lábios vaginais extremamente atraente, sendo prática comum as jovens, a partir da puberdade, começarem a puxá-los ou recorrerem a outras técnicas para conseguir o efeito desejado.
7. As viúvas da tribo Ashanti, do Gana, são encorajadas a manter relações sexuais com um desconhecido, de modo a conseguirem libertar-se do espírito do falecido marido.
8. Entre os Sakalaves, de Madagáscar, é uma desonra a mulher chegar virgem ao casamento.
9. Uma mulher que tenha tido um filho antes do casamento é altamente valorizada pelos Pucapucãs (Indonésia), pois a sua fertilidade está provada.
10. No Brasil, os índios Tucanos tinham a tradição de romper o hímen das adolescentes através da introdução na vagina dos dedos de um ancião impotente.
11. Exceto as consagradas aos deuses, para os incas, uma virgem era mercadoria de muito baixo valor.
12. Os Manus da Nova Guiné não têm qualquer concepção cultural de amor, carinho ou afecto, considerando as relações sexuais um acto vergonhoso e humilhante que apenas visa a continuidade do grupo.
13. Não há beijos, carícias, romance ou envolvimento emocional nas relações sexuais dos Lepchas, povo dos Himalaias, para eles o ato sexual se resume a uma necessidade como comer e beber.
14. Em Trobriand (Pacífico), a liberdade sexual das mulheres solteiras é absoluta. Começam a ter relações sexuais muito cedo, entre os 6 e os 8 anos de idade. Mudam de parceiros sempre que acham necessario, até se sentirem inclinadas a casar.
Depois, se uma mulher decide ter uma ligação prolongada e mais ou menos exclusiva com um homem ele vem normalmente a tornar-se seu marido. Os filhos ilegítimos não são raros.
15. Na Papua Nova Guiné, há uma tribo, a que o antropólogo Jared Diamond chamou “povo Sambia”, e em que todos os critérios sobre a orientação sexual que prevalecem no Ocidente caem por terra.
O mais apelativo nos Sambia é a sua relação com o sexo. Existe uma divisão tão férrea entre os dois gêneros que, na realidade, se trata de uma hostilidade aberta.
Os homens são caçadores e guerreiros e as mulheres encarregam‑se da agricultura e da manutenção dos filhos. Dentro da casa, há divisões separadas para o marido e para a mulher, e os filhos e as filhas não partilham o mesmo espaço. As brincadeiras infantis depois dos cinco anos são sexualmente segregadas: os meninos não podem sequer olhar para as meninas.
Aos sete anos, os rapazes mudam‑se para comunidades única e exclusivamente masculinas onde se pratica a homossexualidade. Os recém‑chegados devem praticar felações e ingerir o sêmen dos mais velhos para adquirir todo o poder da sua masculinidade.
Chegada a fase sexual adulta, um jovem pode procurar uma mulher. As relações sexuais com este são traumáticas. Acostumados ao sexo entre homens, os Sambia vêem a heterossexualidade como uma carga penosa que têm de assumir se querem ter descendência.


 





CHAPÉU VIOLETA
Aos 3 anos
ela olha pra si e vê uma rainha.

Aos 8 anos
ela olha pra si e vê Cinderela.

Aos 15 anos
ela olha pra si, vê uma bruxa e diz:
- "Mãe, eu não posso ir para a escola desse jeito!"

Aos 20 anos
ela olha pra si e se vê:
"muito gorda ou muito magra, muito alta ou muito baixa,
com cabelo muito liso , muito encaracolado",
mas decide que vai sair assim mesmo...

Aos 25 anos
ela olha pra si e se vê:
"muito gorda ou muito magra, muito alta ou muito baixa,
com cabelo muito liso ou muito encaracolado",
mas decide que não tem tempo para consertar as coisas.
Então, sai assim mesmo...

Aos 30 anos
ela olha pra si e se vê:
"muito gorda ou muito magra, muito alta ou muito baixa,
com cabelo muito liso ou muito encaracolado", mas diz:
"sou uma pessoa boa" e sai mesmo assim...

Aos 35 anos
ela olha pra si e se vê como é.
Sai e vai para onde ela bem entender...

Aos 40 anos
ela olha pra si e lembra de todas
pessoas conhecidas que não podem mais se olhar no espelho.
Sai de casa e conquista o mundo...

Aos 50 anos
ela olha pra si e vê sabedoria, risos, habilidades...
sai para o mundo e aproveita a vida...

Aos 60 anos
ela não se importa muito em olhar
pra si mesma. Simplesmente põe um chapéu violeta
e vai se divertir com a vida...

... Talvez
devêssemos pôr esse chapéu violeta mais cedo...!!









8 PASSOS PARA O ORGASMO




1. Usar o poder da água antes de chegar à cama, que tal começar a explorar seu corpo ainda no banho, para "acordar" as sensações eróticas? É que a água morna ajuda a despertar as terminações nervosas da pele, que transportam as mensagens para seu sistema nervoso central. Você também pode comprar uma esponja vibratória (há vários modelos, como os que imitam coração e morango) para ajudá-la a estimular algumas regiões de maneira mais intensa. Se estiver no quarto, aposte em um lubrificante, especialmente aqueles que proporcionam a sensação de calor local, à venda praticamente em todas as sex shops.


2. Investir nas fantasias 
O cérebro é mesmo um poderoso órgão sexual, os estudiosos não têm nenhuma dúvida disso. Segundo a sexóloga Kate Taylor, autora do livro The Good Orgasm Guide (Um bom guia do orgasmo), nada menos que 78% das mulheres precisam das fantasias para conseguir um orgasmo durante a transa e 99% chegam lá quando se masturbam. Assim, pensar no Josh Holoway, do seriado Lost, no Cauã Reymond ou no bonitão que faz você suspirar enquanto se estimula (ou é estimulada), por exemplo, pode fazer a diferença e fazer a sua mente se manter ligada no prazer.
3. Domesticar seu gato quando o rapaz estiver deitado de barriga para cima, sente-se sobre ele sem deixar que ponha o pênis dentro da vagina. Curve-se, então, para beijá-lo e acariciá-lo. Ele se sentirá obrigado a tocá-la em todos os cantos que estiverem ao alcance das mãos. A certa altura, peça que se sente e então jogue sua cabeça para trás, convidando-o a beijar seu pescoço, ombros e seios. Enquanto isso, friccione com suavidade seu clitóris contra o osso púbico dele. No momento em que estiver pronta para saborear o prato principal, diga algo do tipo "Estou louca para sentir você dentro de mim".
4. Turbinar a penetração no auge da transa, explique que ele precisa manter um contato satisfatório com o clitóris ou com o ponto G para você chegar lá. Se o gato a penetra por trás e de baixo para cima, por exemplo, o pênis terá bastante contato com a parede frontal da vagina, onde fica seu botão mágico. Recorra ainda à sinalização corporal. Gostaria que o rapaz fosse mais fundo? Empurre seu bumbum para trás, em direção ao moço. Ele vai entender. Mais uma dica que funciona: na posição papai-e-mamãe, se você precisa de fricção, afaste gentilmente os ombros dele e diga: "Fico bem melhor quando posso me movimentar debaixo de você".
5. Variar o menu sexo oral é uma forma praticamente garantida de chegar lá. Mas sugira com linguagem corporal (e não verbal). Tente, por exemplo, roçar seu corpo na cabeça dele para sinalizar que deseja mais pressão e indicar a direção certa. Sutil demais? Puxe para baixo a pele que recobre o clitóris, deixando-o exposto, a fim de encorajar o rapaz. E esconda-o com um dedo se preferir que ele estimule os arredores. Peça que a acaricie com toda a língua, e não só a ponta, pois cada parte dela gera uma sensação diferente ao toque. Numa posição confortável, não ficarão cansados e você não se apressará para o clímax - que poderá acontecer antes do que imagina
6. Multiplicar pontos de prazer descobrir (várias) regiões quentes do seu corpo e não seguir sempre o mesmo roteiro facilita orgasmos inesperados. Se carícias na curva do pescoço a deixam cheia de tesão, conte o segredo ao gato. Ter os dedos das mãos ou dos pés sugados também costuma provocar forte excitação. A estimulação dos mamilos com um vibrador de baixa potência pode ser extremamente prazerosa para muitas mulheres. Seu namorado pode ajudar deslizando as mãos pela parte interna de suas coxas, pelo seu monte de Vênus e pelos lábios vaginais antes de chegar ao clitóris, pois aumentam a irrigação sanguínea na pélvis.
7. Recuar para avançar arrisque deixar que sua excitação alcance um grau moderado e, então, interrompa a estimulação para que o desejo diminua mas não desapareça por completo. Recomece de modo que você vá um pouco além do ponto em que estava anteriormente. Então, reduza outra vez. Continue assim, indo e vindo, até chegar ao orgasmo. Esse exercício faz sua energia sexual aumentar, garantindo um prazer mais intenso. Se quiser tentar outro orgasmo, logo após o primeiro, recomece a estimulação para manter o nível de excitação e preparar-se para um novo. A intensidade pode ser menor, mas é bom do mesmo jeito
8. Descobrir o triorgasmo você já ouviu falar, sobre o orgasmo combo?? obtido por intermédio da estimulação simultânea do clitóris e do seu ponto G. Mas, segundo a sexóloga Ava Cadell, é possível conseguir um clímax ainda mais poderoso: o triorgasmo. Para isso, ela sugere estimular também o ânus durante o combo. Experimente pedir ao parceiro que insira a ponta do dedo bem ali, com a ajuda de um lubrificante, quando a excitação estiver em alta. Alguns vibradores triplos já estão à venda nas sex shops, mas, antes de convidar o gato para a novidade, teste sozinha a fim de descobrir se ficará realmente à vontade.
O que você não deve esquecer jamais: Descobrir quais são as zonas erógenas capazes de levá-la ao êxtase e revelar a ele.Estimular-se física e mentalmente antes (já pensou em sexo enquanto dirigia?)Direcionar as mãos, a boca e o pênis de seu querido para onde sabe que sente mais prazer.
O que facilita o clímax, sempre saber o que é o orgasmo, não importa se você somente o experimentou sozinha.
Transar apenas quando estiver com vontade.
Aumentar a intimidade com o parceiro - sempre.
Estar plenamente envolvida com algum estímulo erótico, que pode ser uma cena de filme, uma fantasia ou lembranças ultrapicantes.
Acariciar o seu clitóris antes e durante o sexo - ou pedir ao seu bonitão que o faça.
Ficar totalmente solta na relação e sem sentir vergonha de nada.
Tirar do quarto tudo o que possa distraí-la na hora da transa.
Relaxar e prestar atenção nas reações do seu corpo, e não apenas no seu parceiro.